Ministério da Cidadania apresenta

Festival de Festival de Cultura e Gastronomia Cultura e Gastronomia

Salvador · 15 A 25/AGO.2019

O Festival

Nossa História

Uma vez por ano, há 13 anos, Praia do Forte, uma Vila charmosa do Litoral Norte da Bahia, recebe o Tempero e acrescenta cultura e sabor ao destino. Chefs de todo o Brasil e da Bahia, chegam até o local e promovem um verdadeiro festival de sabores para turistas, visitantes e comunidade. A valorização da cultura local e a música instrumental de qualidade agrega valor ao destino e desenvolve a economia criativa. Crescemos junto com o empreendedorismo e a certeza de poder encantar os clientes com a cultura brasileira e com sugestões de pratos inovadores que até hoje estão nos cardápios de muitos restaurantes da região.

Tempero Bahia

Em 2017, o Tempero chegou à Salvador, em parceria com a Boa Lembrança, trazendo os sabores da Baía de Todos os Santos, da carne de fumeiro aos frutos do mar. Um grande sucesso  que se repete em 2018, na sua 2ª edição, com 425.000 visualizações nas redes sociais, afinal, Salvador é a capital do dendê, dos temperos, da pimenta e dos sabores.

Para 2019, o tema escolhido do Festival na capital, é muito especial. Uma homenagem às nossas origens culinárias e culturais, desde o descobrimento do Brasil: BAHIA - AFRICA – PORTUGAL: Uma Mistura de Sabores! De 15 a 25 de agosto os melhores restaurantes de Salvador criam pratos homenageando este tema. E  nada mais justo, afinal, os sabores do Brasil e nossos TEMPEROS, são  frutos de uma rica história e uma mistura fantástica de ingredientes e costumes dos povos europeus, indígenas e africanos.

UM POUCO DA NOSSA HISTÓRIA...

ÍNDIOS - O INÍCIO DE TUDO

Os índios que aqui habitavam, desfrutavam de tudo que a natureza oferecia, desde banhos de cachoeira até ingredientes para compor sua culinária, muito rica em nutrientes e criatividade. Se alimentavam de produtos que a terra dava: mandioca, palmito, aipim, batata, abóbora, milho, feijão, fava, amendoim, os quais plantavam e colhiam também. A caça era uma das principais fontes de alimento para o indígena. Porco-do-mato, paca, veado, macaco, javali, capivara, cotia, tatu, gato-do-mato e anta faziam parte da sua dieta, que eram assadas com couro e comidas semi crua. 

Outra importante fonte de alimento eram os peixes, tartarugas, moluscos e crustáceos. Entre os peixes mais consumidos estavam os pirarucus, carapebas, curimãs, tucunarés, camorins, cavalas, traíras, beijupirás, surubins, tambaquis, garoupas, sardinhas, agulhas, piranambus e jaús. O peixe era cozido ou assado inteiro, sem escamar. Não plantavam frutas, apenas comiam o que a natureza lhes oferecia: abacaxi, goiaba, cajá, maracujá, mamão, mangaba e caju. 

Os temperos e produtos naturais, como gengibre, urucum e o cominho, dão ainda hoje, um toque diferente às receitas por todo o país. 
Muitos dos nossos hábitos e crenças hoje, derivam também da cultura indígena, que vão do uso de redes para descanso e até no folclore, a existência do personagem lendário Curupira.

As inúmeras palmeiras da flora brasileira, entre as quais o babaçu, a carnaubeira, o buriti ou miriti, a ouricuri, a inajá, foram bastante usadas pelos indígenas na sua alimentação. Delas extraiam frutos, óleos, bebidas, farinhas e palmitos. Muito importante também era o caju, fruta brasileiríssima, que além de ser ingerido in natura, eram usadas para fazer suco, doce, vinho, licor, farinha e bolo com as suas castanhas. 

Mas, é a mandioca que acaba sendo o maior legado e continua mantendo a população brasileira em proporção maior que qualquer outro alimento. Três quartas partes do Brasil consomem diariamente farinha de mandioca, numa multiplicidade de pratos como o pirão, farofas, angus, biscoitos, bolos, bolinhos, broas, farofas, mingaus, pudins, purê, roscas, sequilhos e muito mais.
Ainda hoje existem muitas aldeias indígenas espalhadas pelo país e que procuram manter a sua tradição, não se rendendo ao que a modernidade oferece e mantendo os hábitos alimentares naturais.
 

Portugueses

AÍ, VIERAM OS PORTUGUESES...

Em 1500, um desvio da rota das caravelas de Pedro Álvares Cabral fez com que ele “descobrisse” o Brasil, um território já descoberto e habitado por povos indígenas. A sua esquadra carregada de produtos do Oriente desembarcou aqui com produtos e especiarias nunca vistas. Tentaram também reproduzir os ambientes de sua terra distante. Trouxeram curral, quintal e horta. No curral trouxeram as vacas, touros, ovelhas, cabras, carneiros, porcos, galinhas, patos, gansos e o pombo. E a galinha e, com ela, a grande novidade alimentar que foi o ovo. No quintal – cidra, limão, laranja, lima, melão, melancia, maçã, figo. Na horta – acelga, alface, berinjela, cenoura, coentro, cebolinha, couve. Trouxeram também com eles, muitos dos seus costumes e tradições, como eram em Portugal: cozinhas com chaminés francesas fogões e caldeirões. Dos portugueses, os brasileiros herdaram o gosto pelo sal. Com eles, aprendemos a salgar as carnes e conservá-las. O presunto, o açúcar, vinho, cravo-da-índia, a erva-doce e a canela são tipos de produtos e especiarias trazidas pelos portugueses. Assim como as sobremesas (doces à base de ovos e de frutas), os caldos, os ensopados e as caldeiradas.

Herdamos também outras coisas relacionadas à alimentação como: cardápios, receitas, decoração, modos de preparar, dosar, confeccionar e temperar… Além dos utensílios, horários de refeição, e sequência dos pratos.  Mas não foi só isso, com os portugueses herdamos a própria língua nacional, falada por praticamente todos os habitantes do país. A religião católica, que continua sendo a religião da maioria da população. Além disto, as duas festas mais importantes do Brasil – o Carnaval e as Festas Juninas – foram introduzidas pelos portugueses. No folclore brasileiro, são de origem portuguesa a crença em seres míticos como o bicho papão e o lobisomem.
 

Africanos

E O POVO AFRICANO!


A partir de meados do século XVI, e por mais dois séculos, 3 milhões e 700 mil negros chegaram no Brasil na condição de escravos, trazidos a força pelos portugueses. Apesar de toda história de sofrimento e luta desse povo, eles exerceram forte influência na cultura e culinária brasileira, que enriqueceram de muitas formas o nosso país.

Na sua bagagem trouxeram a sua religião, a sua dança, os seus ritmos musicais, uma rica culinária e o seu idioma que prevalecem no Brasil até os dias de hoje. Na culinária, a herança africana é evidente, principalmente na Bahia. O dendezeiro, uma palmeira africana da qual se extrai o azeite de dendê, foi introduzido na região pelos escravos e é hoje utilizado em vários pratos de influência africana como o vatapá, o caruru, o acarajé e muitos outros pratos típicos. O idioma brasileiro ganhou novas palavras como batuque, moleque, benze, macumba, canoa, muamba, catinga e muitas outras.

O negro introduziu na nossa cozinha o leite de coco-da-baía, o azeite de dendê, confirmou a excelência da pimenta malagueta sobre a do reino, deu ao Brasil o feijão preto, o quiabo, ensinou a fazer vatapá, caruru, mungunzá, acarajé, angu, canjica e a pamonha. A cozinha negra fez valer os seus temperos, os verdes, a sua maneira de cozinhar, já que eram as escravas negras que cozinhava nas casas grandes dos senhores e assim, modificou os pratos portugueses, substituindo ingredientes; fez a mesma coisa com os pratos dos índios e finalmente criou a cozinha brasileira, descobrindo o chuchu com camarão e o quiabo ensinando a fazer pratos com camarão seco e a usar as panelas de barro e a colher de pau. Os caldos, extraídos dos alimentos assados e misturados com farinha de mandioca (o pirão) ou com farinha de milho (o angu), são uma herança dos africanos. Podemos lembrar que da África também vieram ingredientes tão importantes como o café. O africano contribuiu com a difusão do inhame, da cana de açúcar, assim como a pimenta malagueta, a banana o milho e a galinha de Angola. 

Enquanto as melhores carnes iam para a mesa dos senhores, os escravos ficavam com as sobras: pés e orelhas de porco, linguiça, carne-seca e eram misturados com feijão preto ou mulatinho e cozidos num grande caldeirão e novos pratos iam nascendo.

E foi assim... Da mistura das culturas e a diversidade dos alimentos desses três povos, que nasceu o brasileiro com suas crenças, costumes e sua fabulosa gastronomia e que nesse ano, vamos homenagear.

Em 2019, 28 restaurantes de Salvador, em vários bairros da cidade, irão criar pratos que valorizem esse tema tão especial que abrange as nossas origens e culturas do Brasil, da África e de Portugal.

Música Instrumental

ATRAÇÕES CULTURAIS no PASSEIO PÚBLICO, dias 17 e 18 de agosto

Além do Circuito Gastronômico em restaurantes de Salvador, sobre a cultura da gastronomia, o Festival apresenta também música instrumental de qualidade, que tem como palco principal, o Passeio Público, primeiro espaço oficial de lazer da cidade, criado pelo Conde dos Arcos em 1810. Como estímulo à ocupação dos espaços culturais e históricos de Salvador, o TEMPERO BAHIA, agrega valor ao espaço, trazendo visibilidade a um dos lugares mais belos da cidade.

 

MÚSICA INSTRUMENTAL
Shows de música de qualidade oferecidos gratuitamente ao público nos finais de tarde. 
 

 

MERCADO DO PASSEIO e OFICINAS INFANTIS

Artesanato, arte e design, gastronomia, e os mais variados produtos para exposição e comercialização. Muito mais expositores e opções em 2019. E os pequenos também vão poder participar com Aula de Cozinha e muitas Oficinas! 


 

Cozinha Show

Aulas gratuitas sobre gastronomia brasileira com Chefs convidados.

 

Cozinha Show

Esperamos Vocês!

Ministério da Cidadania apresenta

Tempero Bahia
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